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UOL há 84 d • Sex, 07 Ago 2026 14:09:00 -0300

Secex: exportação de carne bovina recua 18%; de frango cresce 28% e de suína, 2%

São Paulo, 7 - As exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada somaram 227.939 toneladas em julho, recuo de 17,68% em relação às 276.879 toneladas embarcadas em igual mês de 2025. A receita com os embarques alcançou US$ 1,448 bilhão, queda de 5,79% na comparação com os US$ 1,537 bilhão registrados um ano antes, segundo dados divulgados na quinta-feira, 6, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O preço médio da carne bovina exportada foi de US$ 6.351 por tonelada, alta de 14,44% ante os US$ 5.549 por tonelada observados em julho de 2025.Nas carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, os embarques de julho totalizaram 482.440 toneladas, crescimento de 28,48% sobre as 375.511 toneladas exportadas em igual mês do ano passado. O faturamento atingiu US$ 898,7 milhões, alta de 31,81% ante os US$ 681,8 milhões de julho de 2025. O preço médio pago pela proteína avançou 2,60%, de US$ 1.816 para US$ 1.863 por tonelada.Já as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada somaram 115.408 toneladas em julho, alta de 2,27% em relação às 112.844 toneladas embarcadas no mesmo mês de 2025. A receita alcançou US$ 277,9 milhões, queda de 6,46% na mesma comparação. O preço médio recuou 8,54%, de US$ 2.633 para US$ 2.408 por tonelada.Janeiro a julhoSomando os resultados de julho aos dados consolidados de janeiro a junho, o Brasil exportou 1,899 milhão de toneladas de carne bovina nos sete primeiros meses de 2026, alta de 7,47% frente às 1,767 milhão de toneladas embarcadas no mesmo período de 2025. A receita com os embarques da proteína alcançou US$ 11,223 bilhões, crescimento de 26,64% ante os US$ 8,862 bilhões registrados entre janeiro e julho do ano passado.No caso da carne de frango, os embarques acumulados de janeiro a julho somaram 3,385 milhões de toneladas, avanço de 18,45% sobre as 2,858 milhões de toneladas exportadas em igual período de 2025. O faturamento atingiu US$ 6,362 bilhões, aumento de 13,74% na comparação com os US$ 5,593 bilhões obtidos nos sete primeiros meses do ano passado.Para a carne suína, as exportações brasileiras totalizaram 888 mil toneladas entre janeiro e julho de 2026, volume 7,82% superior às 824 mil toneladas embarcadas em igual intervalo de 2025. A receita acumulada chegou a US$ 2,117 bilhões, avanço de 5,22% ante os US$ 2,012 bilhões registrados nos sete primeiros meses de 2025. AçúcarO Brasil exportou em julho 2,992 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 16,63% inferior ao embarcado em igual mês de 2025, quando as vendas externas somaram 3,589 milhões de toneladas. A receita obtida com os embarques recuou 30,13% na mesma comparação, passando de US$ 1,474 bilhão para US$ 1,030 bilhão. O preço médio do produto caiu 16,19%, de US$ 410,67 para US$ 344,18 por tonelada, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).Somando os números divulgados pela Secex para julho aos dados consolidados do Agrostat referentes ao período de janeiro a junho, o País exportou 15,265 milhões de toneladas de açúcares e melaços nos sete primeiros meses de 2026. O volume é 7,12% menor que o registrado em igual período de 2025, quando os embarques alcançaram 16,436 milhões de toneladas.Em receita, as exportações acumuladas de janeiro a julho de 2026 somaram US$ 5,445 bilhões, queda de 26,11% em relação aos US$ 7,369 bilhões obtidos no mesmo intervalo do ano passado. O preço médio das exportações brasileiras de açúcares e melaços nos sete primeiros meses do ano ficou em US$ 356,67 por tonelada, ante US$ 448,35 por tonelada em igual período de 2025, retração de 20,45%.

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