O ex-jogador italiano Franco Baresi, que morreu nesta sexta-feira (31) aos 66 anos, é "um monumento do futebol" e foi muito além do papel de zagueiro, afirmou o colunista Juca Kfouri no Posse de Bola, do Canal UOL.
Ao comentar a morte do ex-defensor, ídolo do Milan e da seleção italiana, Juca lembrou a capacidade do jogador de atuar em diferentes funções e citou a final entre Brasil e Itália na Copa do Mundo de 1994 como exemplo da dimensão do atleta.
Dos maiores jogadores de defesa que eu vi jogar. Eu tenho dificuldade até em chamá-lo de zagueiro, porque ele não era apenas um zagueiro, ele era um líbero, mas ele não era apenas um líbero, ele era um jogador de meio de campo fabuloso. Baresi, simplesmente para mostrar o que o futebol é capaz de fazer com as pessoas, se machucou no primeiro jogo da Copa do Mundo de 94, submeteu-se a uma artroscopia no joelho, jogou a final e jogou 120 minutos da final Brasil e Itália. E aí, coisas do futebol, foi um dos que desperdiçaram o pênalti que acabou levando o Brasil a ser campeão.Juca Kfouri
O colunista colocou Baresi entre nomes históricos do esporte, ao citar referências de outras posições e estilos de jogo.
É uma estátua, é um monumento do futebol à altura de Franz Beckenbauer, Johan Cruyff, cada um na sua especialidade. É um gigante do futebol.Juca Kfouri
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