Publicado em 30 de julho de 2026 às 12h13.
A Transparência Internacional-Brasil divulgou nesta quinta-feira, 30, um documento com 40 recomendações para fortalecer o combate à corrupção nos governos estaduais.
Segundo a organização, o debate eleitoral costuma se restringir a acusações entre candidatos e precisa avançar para propostas concretas voltadas à transparência, integridade e controle dos recursos públicos.
O relatório reúne sugestões organizadas em sete eixos e tem como objetivo servir de referência para equipes de transição e futuros governos estaduais no período de 2027 a 2030.
"Nas eleições, não basta que candidatos reafirmem o compromisso genérico de combater a corrupção. Se quiserem responder a uma das principais preocupações da população brasileira, precisam assumir compromissos concretos com a transparência e a integridade", afirma Renato Morgado, gerente de programas da Transparência Internacional-Brasil.
Segundo a ONG, as recomendações foram elaboradas a partir dos resultados do Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP), além de consultas a representantes da sociedade civil, academia e órgãos públicos.
Também contribuíram estudos e documentos técnicos de instituições como Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU), Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci) e Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon).
Para superintendente, desafio atual é ampliar a capacidade de execução em um setor que avançou na estruturação de projetos, mas precisa preparar sua cadeia para mais obras
Levantamento da ARX Investimentos mostra que partidos desses campos ideológicos terão 292 deputados e 51 senadores; PL terá as maiores bancadas nas duas Casas
Alberto Barros, da Vox Brasil, afirma que receio de perder benefícios sociais e mobilização no segundo turno ajudaram a explicar a vitória do presidente sobre Flávio Bolsonaro
Secretário de Estado afirmou que senador já tinha visto americano e que Donald Trump autorizou sua entrada no país; aliados do presidente teriam ajudado a organizar voo particular