Publicidade
Espaço para Google AdSense (Top Leaderboard)
Economia UOL Economia há 1 h • Qui, 29 Out 2026 07:00:12 -0300

Lucro da Ambev cresce 14% e atinge R$ 4,4 bilhões com alta no setor premium

Lucro da Ambev cresce 14% e atinge R$ 4,4 bilhões com alta no setor premium

A Ambev teve lucro líquido de R$ 4,4 bilhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 14,3% em relação ao mesmo período de 2025, informou a companhia em seu balanço. O resultado positivo foi sustentado pelo avanço de quase 20% das cervejas premium e o salto de 43% da linha zero álcool.

Destaques do trimestre

Com os efeitos não recorrentes, o lucro líquido foi de R$ 4,4 bilhões, ante R$ 4,9 bilhões no terceiro trimestre de 2025. Segundo a companhia, a diferença reflete a ausência de efeitos tributários não recorrentes registrados no ano anterior, incluindo impactos do desinvestimento em Barbados. O lucro por ação ajustado subiu 15,4%.

Receita líquida orgânica cresceu 7,6% no trimestre, em relação ao mesmo período de 2025. Segundo a companhia, o desempenho vem acompanhado de crescimento de volumes.

Ebitda (indicador que mede a geração de caixa) ajustado avançou 8,9% no trimestre. A margem Ebitda ajustada, que mostra quanto da receita se converte em Ebitda, subiu 0,4 ponto percentual, ante o terceiro trimestre de 2025.

Investimento em marketing cresceu, em termos orgânicos, dois dígitos no trimestre. A Ambev diz que seguiu investindo no crescimento enquanto ampliava receita e Ebitda.

Nos nove primeiros meses do ano, a receita líquida cresceu 7,3%, o Ebitda ajustado, 9,3%, e o lucro por ação ajustado, 12,3%. Segundo a companhia, a receita ficou acima da inflação, e o investimento em marketing também cresceu organicamente dois dígitos no acumulado.

No Brasil, a indústria de cerveja voltou a crescer no terceiro trimestre, relata a Ambev. A companhia afirma que sua participação de mercado avançou sobre o trimestre anterior e sobre o terceiro trimestre de 2025. O balanço aponta que o equity das marcas, medida da força delas, atingiu o maior patamar em cinco anos.

Bebidas da linha premium cresceram 19% em volume no Brasil no terceiro trimestre. Segundo a companhia, o segmento é sustentado por um portfólio mais forte, presente em diferentes ocasiões de consumo, e contribui para consolidar sua liderança na categoria.

Cervejas "Wellness" tiveram alta de 157% em volume no período da análise. O portfólio reúne cervejas sem glúten, com menos calorias e com baixo ou zero teor alcoólico. Entre os destaques aparecem as marcas Stella Pure Gold e Michelob Ultra, que saltaram 195% e 478% ante o terceiro trimestre de 2025, respectivamente.

Produtos zero álcool cresceram 43% no trimestre. A Ambev diz que, diante do sucesso das linhas Premium e Wellness, o portfólio das bebidas sem teor alcoólico reforça a estratégia de liderar e expandir a categoria para diferentes ocasiões de consumo.

A plataforma BEES teve alta de 83% no GMV (valor total das vendas feitas pela plataforma). Presente em mais de 1 milhão de pontos de venda, segundo a companhia, atua na ampliação da disponibilidade de produtos e impulsiona ganhos de participação de mercado.

O Zé Delivery teve alta de 16% no valor total das vendas. Segundo a Ambev, o aplicativo de entregas conecta a companhia diretamente a cerca de 27 milhões de consumidores por ano.

O que diz a Ambev

A empresa afirma ter construído seu portfólio mais completo até hoje. "Como líderes da categoria, construímos o que acreditamos ser nosso portfólio mais completo até hoje, com propostas complementares para atender mais necessidades dos consumidores e nos permitir liderar onde a categoria está crescendo", diz Guilherme Fleury, diretor financeiro da companhia.

Estratégia da Ambev se apoia em três pilares, segundo a companhia. O tripé mencionado por Fleury consiste em expandir a categoria, digitalizar e monetizar o ecossistema e otimizar o negócio, com alocação disciplinada de recursos. "Juntos, eles formam um círculo virtuoso que combina crescimento da categoria, execução mais precisa e alocação disciplinada de recursos para um crescimento sustentável", afirma o executivo.

Deixe seu comentário

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Publicidade Recomendada
Espaço para Google AdSense (In-Article Responsive)
Fonte da Notícia: UOL Economia
0 leituras Voltar ao Feed
Publicidade
Espaço para Google AdSense (Article Bottom)

Leia a Seguir

Matérias selecionadas sobre o mesmo assunto para continuar sua leitura
Mais de Economia
SOROCABA - SP
CARREGANDO...
--°C
TEMPERATURA
Sensação --°C
Umidade --%
Vento --
PREVISÃO — 5 DIAS
Toque para detalhes
Carregando previsão...
DETALHES --
Mínima--
Máxima--
Chuva--
Volume--
Nascer--
Pôr Sol--
Índice UV--
Vento Máx.--
Previsão por Hora
Fonte: Open-Meteo ECMWF / NOAA

Rodízio de Veículos SP

Centro Expandido • CET-SP
Ativo Agora
Quinta-feira • 29/10
7 & 8
Veículos com finais 7 e 8 não circulam nos picos

Restrição vigente no Pico Manhã (até 10h) no Centro Expandido.

SEG 1/2
TER 3/4
QUA 5/6
QUI 7/8
SEX 9/0
07h-10h & 17h-20h Multa R$ 130,16

Trânsito & Rodovias

São Paulo & Principais Vias
Tempo Real
Marginal Tietê
Lento
Ayrton Senna ↔ Castello Pista expressa com pontos de lentidão sentido Castello
Marginal Pinheiros
Lento
Interlagos ↔ Castello Retenção na altura das pontes Morumbi e Cidade Jardim
Rod. Castello Branco (SP-280)
Lento (sent. SP)
São Paulo ↔ Barueri ↔ Sorocaba Lentidão km 24 ao 14 (Barueri/Osasco sentido SP)
Rod. Raposo Tavares (SP-270)
Intenso (sent. SP)
São Paulo ↔ Cotia ↔ Sorocaba Tráfego intenso km 19 ao 10 sentido Butantã
Rodoanel Mário Covas (SP-021)
Livre
Trecho Oeste e Sul Tráfego livre sem retenções nos acessos às rodovias
Rod. dos Bandeirantes (SP-348)
Moderado
São Paulo ↔ Campinas / Interior Excelente fluidez em ambas as pistas e pedágios normais
Atualizado às 08:32

Widgets para o seu Site

Notícias e Clima em tempo real

Incorpore notícias de mais de 20 portais e previsão do tempo em seu blog ou portal com 1 linha de código.

Criar Widget Grátis
Publicidade
Google AdSense Sidebar 300x250
A Seguir • UOL Economia
Volkswagen reporta prejuízo de US$ 6,6 bilhões no 3º trimestre, pior resultado em mais de uma década