Quem pensava que com uns 5 minutos de bola rolando o placar já tivesse sido mudado (a favor do Brasil), só viu isso acontecer aos 27, em jogada individual de Estêvão pela direita.
Arremate no canto esquerdo do goleirão indiano, que falhou clamorosamente, como diria o saudoso Mestre Claudio Carsughi.
O segundo saiu somente aos 41 minutos do primeiro tempo, com Pedro, aparentemente em posição de impedimento (não havia VAR em ação nesta partida).
O goleiro, mais uma vez, contribuiu. Foi com a mão mole e a bola mansamente cruzou a linha de sua meta.
Dois gols em pouco mais de 45 minutos foi uma decepção e tanto, dadas as limitações da seleção indiana.
E não foi apenas o placar magro que surpreendeu negativamente, mas também a postura da equipe, muito apática.
Para o segundo tempo, Ancelotti promoveu cinco alterações.
E, por incrível que pareça, as coisas começaram pior.
Em 10 minutos foram duas chances criadas, com finalizações, a favor da Índia...
Mas o terceiro gol brasileiro finalmente aconteceu, aos 12 minutos, com Samuel Lino, que aproveitou saída de bola errada da defesa adversária.
Depois do gol, aos 12 minutos, o Brasil chutou somente quatro bolas em direção ao gol da Índia, sendo duas para fora.
Nos acréscimos, Samuel Lino fez o quarto, mas foi bem pouco.
Este início de pós-Copa do Mundo liga a luz amarela.
Meros lampejos nestes três amistosos, os dois contra a Austrália e este contra a Índia.
Aliás, neste jogo contra a Índia, os três gols brasileiros aconteceram por falhas do adversário: os dois primeiros em frangos do goleiro e o terceiro por bobeada da defesa.
Venho, reiteradas vezes, que carecemos de meio-campistas de qualidade, mas começo a levar em consideração que o vencedor (em clubes) Carlo Ancelotti não 'vestiu' ainda o cargo de treinador de uma seleção, no caso, a nossa...
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