A Embraer propôs incorporar a sua subsidiária integral GPX para simplificar a estrutura da empresa e reduzir custos administrativos.
O que aconteceu
GPX está sem atividades operacionais desde 2019. A subsidiária integral da Embraer era voltada a atividades do setor aeronáutico, como comércio de peças e equipamentos, importação e exportação de componentes, manutenção de aeronaves e serviços de engenharia e treinamento.
A assembleia para decidir sobre a incorporação da Embraer GPX Ltda. está marcada para o dia 30 de outubro. Se aprovada, a operação deve ser concluída no dia seguinte, 31 de outubro de 2026, extinguindo a subsidiária.
A GPX é uma subsidiária que está sem operar desde 2019. Como a Embraer já é dona de 100% do capital da empresa, a fusão não vai alterar o capital social da fabricante nem gerar novas ações.
O patrimônio líquido da subsidiária foi avaliado em R$ 10,58 milhões. O valor tem como base o balanço de 30 de junho de 2026, segundo laudo feito pela auditoria Forvis Mazars Auditores Independentes.
Objetivos da reorganização
O principal objetivo da mudança é diminuir os custos administrativos da companhia. A fabricante de aviões projeta que a simplificação vai facilitar o cumprimento de obrigações acessórias (tarefas burocráticas exigidas pelo Fisco).
A gestão dos negócios deve ficar mais eficiente com o aproveitamento de sinergias. A Embraer garante que a reorganização interna não vai alterar os direitos dos atuais acionistas da empresa.
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