O Corinthians não tem alternativa senão atacar, mas vai precisar "trabalhar a bola em um espaço que não existe" no confronto com o Estudiantes, avaliou Paulo Vinícius Coelho no De Primeira, do Canal UOL.
Para o comentarista, o time argentino tende a se fechar e buscar o gol em contra-ataque ou de bola parada. O cenário, segundo PVC, aumenta o risco de o Corinthians apressar jogadas e se expor.
Ele não vai ter alternativa a não ser atacar, porque o Estudiantes não vai atacar o Corinthians. O Estudiantes vai prender atrás, vai se plantar, vai tentar um gol de contra-ataque ou de bola parada. É a característica do Estudiantes. E o Corinthians tem que trabalhar a bola em um espaço que não existe. E esse que é o grande risco. Se você tiver que circular a bola sem achar o espaço, se você apressar o jogo, errar o passe, pode tomar um contra-ataque.Paulo Vinícius Coelho
Samir Carvalho disse que o Corinthians trabalha com a informação de que o Estudiantes deve atuar com linha de cinco na Neo Química Arena e que a equipe paulista pode "atacar de forma moderada".
O Corinthians tem os seus informantes, imagina que o Estudiantes vai jogar com linha de 5. Pelas informações que o Corinthians recebeu, o Estudiantes deve atuar na Neo Química Arena num 5-3-2. Talvez a gente não veja um Corinthians atacando tentando sufocar, aquela coisa de pressão alta, até por conta de não tomar um contra-ataque.Samir Carvalho
O jogo de ida, na Argentina, terminou 1 a 1. Quem ganhar na Neo Química Arena se classifica. Qualquer novo empate leva a decisão da vaga na semifinal para as penalidades.
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