A segunda avaliação do ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualização) já foi publicada e manteve o motor da Red Bull-Ford como referência para as outras montadoras da Fórmula 1. No entanto, Max Verstappen ainda não acredita que esse seja verdadeiramente o caso.
Desde a primeira avaliação, que aconteceu após as seis primeiras corridas do calendário, a unidade de potência produzida em parceria entre a Red Bull e a Ford foi considerada a mais forte do grid - apesar da Mercedes ter iniciado a temporada como clara favorita às vitórias.
Após o primeiro período, o time de Milton Keynes já havia pedido uma reavaliação, acreditando que os motores da fábrica de Brixworth deveriam ser considerados a referência. A FIA chegou a refazer as medições, mas o resultado foi o mesmo.
É importante lembrar que a regulamentadora da categoria já havia definido desde o início que as medições seriam baseadas no comportamento do motor a combustão interna. A partir de 2026, as unidades de potência são divididas em cerca de 50% de combustão e 50% elétricas.
Logo após as férias, a Red Bull voltou a ser considerada a equipe a ser batida na área de motores, principalmente porque a Mercedes não utilizou a primeira janela do ADUO.
No entanto, Verstappen e toda a cúpula da Red Bull seguem sem acreditar que o motor produzido em Milton Keynes é realmente a referência. Nesta quinta-feira (10), durante o dia de mídia em Madri, o piloto voltou a questionar a decisão da FIA.
"[Tenho] os mesmos comentários da minha parte da última vez. Estamos surpresos como equipe; não estamos vendo os mesmos números", começou o holandês. "Ainda estamos em conversas com a FIA sobre isso. Vamos ver o que acontece".
"Acho que em pistas ineficientes não seremos particularmente bons em termos de energia, então não espero milagres".
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