DESTAQUES DO SEGUNDO TRIMESTRE (2026)
Prejuízo líquido (ajustado): R$ 128,2 milhões
Prejuízo líquido (contábil): R$ 152,0 milhões (128%)
Receita líquida: R$ 636,7 milhões (5,8%)
Ebitda (ajustado): R$ 113,9 milhões (-21,4%)
Margem Ebitda (ajustada): 17,9% (-6,2 p.p.)
Investimento (capex): R$ 32,2 milhões
Dívida líquida: R$ 2,78 bilhões
Variação em relação ao mesmo período do ano anterior, com exceção da dívida líquida, comparada ao trimestre anterior. Indicadores sem variação não tiveram a comparação informada pela empresa.
O que diz a Kora Saúde
A companhia informou etapas dos planos de recuperação extrajudicial. Segundo o release, em 4 de maio de 2026 foi deferido o pedido relativo ao acordo com credores quirografários não operacionais, e em 3 de agosto de 2026 foi publicada decisão que reconheceu a comprovação do quórum necessário à homologação dos planos da Kora e de suas controladas.
A receita avançou com a mudança na composição dos serviços prestados. Segundo a companhia, a elevação do ticket médio e a redução do volume de pacientes-dia estiveram ligadas à expansão de procedimentos de maior valor agregado, como serviços oncológicos.
O resultado financeiro continuou impactado pelos juros da dívida. Os administradores atribuíram o efeito aos juros elevados reconhecidos durante o período de stand-still, suspensão temporária de pagamentos, enquanto a companhia aguardava a homologação dos planos de recuperação extrajudicial.
Texto gerado automaticamente e checado por modelos de IA treinados pelo UOL.
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