Não é fácil resistir à torcida do Corinthians, na Neo Química Arena, como o Internacional resistiu.
Aos 40 minutos, chute de Matheuzinho, na trave esquerda de Matheus Cunha. Já estava 2 x 1, o terceiro gol corintiano levaria à decisão por pênaltis, o estádio inteiro gritava Corinthians.
O Internacional resistiu.
Não foi muito mais do que isto, não dá para dizer que jogou bem, mesmo repetindo quase toda a escalação, só sem Villagra, e a mesma estratégia do empate com o Flamengo e da vitória sobre o Corinthians.
Desta vez, o 5-3-2 de Paulo Pezzolano deu errado.
Mas o Internacional resistiu.
O Corinthians tem estratégia de Fernando Diniz, com Bidon importantíssimo, como pivô defensivo, homem da saída de jogo, pêndulo do ataque, na linha de três médios, atrás dos cinco que chegam à frente, quando o Corinthians ataca com Kaio César, Matheuzinho, Pedro Raul, Garro e Matheus Bidu.
Jogou melhor, finalizou doze vezes, cinco no alvo, uma na trave. Podia levar o jogo para os pênaltis.
Depois de cinco anos, o Internacional retorna às quartas-de-final.
O Corinthians deixa de disputar as quartas, fase que frequentava desde 2022.
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