Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu na tarde de quarta-feira, 29, após ter o intestino perfurado enquanto fazia um exame de colonoscopia no Hospital Municipal Professor Doutor Alípio Corrêa Netto no bairro Ermelino Matarazzo, zona leste da capital. Conforme informou a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como morte suspeita no 62º DP e foram requisitados exames periciais e ao IML.
Em nota, a Secretaria Municipal da Saúde disse que lamenta profundamente a perda da paciente e a apuração será rigorosa em relação à conduta médica adotada. "A direção do hospital segue à disposição da família", afirmou a pasta.
O exame, que exige preparo, permite diagnosticar doenças, remover pólipos e prevenir o câncer colorretal. Durante o procedimento, o paciente recebe uma sedação leve, por via intravenosa, para que fique relaxado e não sinta dor nem desconforto durante o exame.
Com o paciente sedado e confortável, a avaliação do cólon e do reto é realizada por meio do caminho natural do intestino grosso e parte da porção final do intestino delgado, permitindo a visualização de imagens da região em tempo real.
Caso o médico identifique a presença de pólipos, eles podem ser removidos ainda durante o exame, prevenindo o desenvolvimento de um possível tumor outra vantagem da colonoscopia.
Deixe seu comentário
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.