Foi pênalti de Alexander Barboza, que tocou a bola com a mão direita, mas o lance não é unânime. Este colunista marcaria assim como Paulo César de Oliveira e Carlos Eugênio Simon. Os comentaristas de arbitragem Renata Ruel, da ESPN, e Paulo Caravina, do Estadão, não têm essa mesma certeza.
Unânime é que não está fácil fazer gols no Palmeiras e isto tem muito a ver com as questões táticas, não de arbitragem.
Desde que começou a escalar o trio Murilo, Gustavo Gomez e Alexander Barboza, o Palmeiras jogou dez partidas, ganhou oito, empatou uma, perdeu e se classificou contra o Fluminense, marcou 19 gols, sofreu três.
Depois da parada da Data Fifa, oito jogos, três gols sofridos, o que inclui jogos sem o trio defensivo, como os 2x0 no Athletico Paranaense, ma Arena da Baixada. Nesse recorte, seis vitórias, um empate, a derrota para o Fluminense, 14 gols pró, 3 contra.
Dois deles, nós acréscimos, contra Fluminense no Maracanã e nos 4x1 sobre o Corinthians.
O Palmeiras segue sua maratona. Até domingo, contra o Vasco, serão dez jogos em 31 dias pelo terceira vez em quatro meses. Nenhum time do mundo jogou essa quantidade de partidas em tão curto espaço de tempo.
Jogar bem é ser criativo no ataque. Muitas vezes, o Palmeiras consegue. Outras, exercer outro tipo de futebol: a defesa que quase ninguém passa.
Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.
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