Minha mãe, Luiza, era educadora e sempre disse não haver melhor terapia que o trabalho.
Já idosa e frágil, não abdicava de ir à escola, corrigir provas, trabalhar.
Aprendi com ela. Escrever sempre serve como desabafo.
Minha filha Camila gostava de repetir o que ouviu da avó e, mesmo com as dores que a série de males infligia, clinicou e atendeu pacientes on-line até na sexta-feira que antecedeu sua morte, quando seu coração não suportou mais.
Ao trabalho, pois, como ela mandaria.
Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.
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