Cristiano Ronaldo é muito maior que Jorge Jesus.
O CR7 é também maior que Luis Figo.
Maior até que Eusébio, moçambicano por sinal.
Mas foi barrado por JJ no jogo contra a Noruega, pela Liga das Nações.
Não jogou um minuto sequer e ficou fulo da vida, em campanha pelos 21 gols que faltam para chegar aos mil.
Que ficasse bravo é compreensível.
Que abandonasse a seleção portuguesa é ataque de pelancas.
O episódio atravessa o oceano Atlântico e bate no Brasil, como fez Pedro Álvares Cabral, em 1500.
Porque explica a opção da CBF por Carlo Ancelotti em vez de JJ.
O português certamente não convocaria Neymar depois de tê-lo dispensado do Al-Nassr.
Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL
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