O Fluminense derrubou o Platense e alcançou a semifinal da Libertadores com uma campanha que tem só 30% de vitórias: o Flu derrotou adversários apenas três vezes em dez jogos disputados. O time, antes treinado por Luis Zubeldía e agora comandado por Marcão, soma ainda quatro empates e três derrotas no torneio continental.
Fase de grupos "no limite"
O Flu começou mal a fase de grupos: nos quatro primeiros jogos, empatou os jogos contra Deportivo La Guaira e Independiente Rivadavia fora de casa, além de derrotas para o Bolívar, fora, e Rivadavia, no Maracanã.
O Tricolor, à época comandado por Zubeldía, precisava vencer os dois jogos restantes para chegar a 8 pontos e sonhar com a classificação — e deu certo: o clube bateu o Bolívar por 2 a 1 e o Deportivo La Guaíra por 3 a 1, ambos jogos como mandante.
Mata-mata na base da raça
Nas oitavas de final, o adversário do Flu foi o mesmo Independiente Rivadavia, clube que ele não venceu na fase de grupos. E o Tricolor avançou, mas seguiu sem ganhar do clube argentino.
O jogo de ida, no Maracanã, acabou em 0 a 0. Na volta, Canobbio foi expulso, e o Flu teve que jogar com um a menos por grande parte do segundo tempo, mas conseguiu o empate por 1 a 1 e venceu nos pênaltis — foi a primeira partida do Tricolor sob o comando de Marcão na Libertadores.
A primeira partida contra o Platense foi a de melhor desempenho do Fluminense até então. O Flu dominou o time argentino no Rio de Janeiro e marcou 2 a 0 ainda no primeiro tempo.
Na volta, classificação também sofrida. O Platense abriu 2 a 0 no primeiro tempo e parecia dominar a partida, até Hulk acionar Canobbio e o uruguaio marcar o gol do 1 a 2, placar esse que assegurou a classificação no agregado.
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