Os Meninos da Vila fazem parte de uma brilhante história que ficou na História.
Agora, ainda sem Philippe Coutinho, 34, para fugir do rebaixamento e ganhar taça que o Santos não tem, da Copa Sul-Americana, um grupo de jogadores trintões amassou o Cruzeiro no primeiro tempo na Vila mais famosa do mundo.
Aos 27 minutos, Rollheiser, 26, completou brilhante jogada de Bontempo, 21, pegou rebote de arremate do estreante Cebolinha, 30, e abriu o marcador como já fazia por merecer.
Neymar, 34, e Gabigol, 30, nos camarotes, vibravam.
Em seguida, Rodinei, 34, cruzou rasteiro para Bontempo ampliar: 2 a 0. Um show de bola. Verdade que foi Fabrício Bruno quem tocou para dentro, mas Bontempo faria.
Willian Arão, 34, Luan Peres, 32, João Schimdt, 33, garantiam o controle dos mineiros, e Rony, 31, colaborava na frente.
O primeiro tempo só não teve mais gols porque o goleiro Otávio impediu, e porque Luan Peres salvou uma cavadinha espetacular de Rojas.
Lucas Veríssimo, 31, machucado, não fazia falta.
Bontempo e Otávio davam razão a Carlo Ancelotti.
As contratações de Neymar davam certo. Rodinei e Cebolinha gastavam a bola.
Começou a era dos Velhinhos da Vila, no bom sentido, é claro!
E eles iniciaram o segundo tempo com a faca entre os dentes, com mais três oportunidades em seis minutos.
Aos 11, foi a vez de Brazão, 25, fazer milagre em cabeçada de Matheus Pereira.
Mas não passou de um susto, porque o bombardeio praiano prosseguiu.
Aos 15, mais um trintão, Oliva, no lugar de Gustavo Henrique, 21.
Chovia o que São Pedro mandava em Santos, e o Cruzeiro, ao menos, conseguia competir.
Igor Vinícius, a seis meses de completar os 30, não deixava passar nada do lado dele.
Trocas no atacado: Arthur, 30, e Lima, 30, nos lugares de Cebolinha e Rollheiser, aos 30, e Zé Lucas, João Costa e Lucas Silva nos de Gerson, Fagner e Mateus Henrique.
Lucho Rodrigues também entrou na vaga de Arroyo no time azul e Thaciano, 31, e Miguelito, 22, nas de Bontempo e Rony no time branco, que jogava de negro, aos 35.
Resumo da ópera: o Cruzeiro se livrou de lavada histórica graças a Otávio e o Santos está na parte de cima da tabela, para quase 14 mil torcedores que ainda viram Matheus Pereira, aos 45, diminuir o placar: 2 a 1. E viram Zé Lucas quase empatar nos acréscimos.
Seria uma clamorosa injustiça, como diria Claudio Carsughi.
Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.
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