O jogo duríssimo do primeiro tempo, com mais posse de bola e mais finalizações do Independiente del Valle, começou a ficar diferente no início do segundo tempo. Ainda que o time equatoriano seguisse no campo de ataque, o controle do jogo melhorou com De Arrascaeta. O primeiro chute a gol, de Bruno Henrique, foi o do 1 x 0.
Para variar, assistência de Samuel Lino, o melhor jogador rubro-negro das últimas cinco semanas.
Leonardo Jardim bateu no peito, como quem comemorasse sua escolha. A escalação de Bruno Henrique foi criticada por Pedro no banco de reservas. Mas foi a solução encontrada por Leonardo Jardim, com seu titular da campanha continental em seis das oito partidas da Libertadores.
A Impressão era de que o Independiente del Valle tocaria a bola até a próxima semana, sem conseguir o gol. Porque a diferença técnica entre o elenco rubro-negro e o equatoriano é sobrenatural.
Saíram De Arrascaeta e Carrascal, aos 26 minutos, entraram Paquetá e Plata.
O segundo gol veio quatro minutos mais tarde, cruzamento de Émerson Royal, cabeceio de Léo Pereira. Ou cabeceamento, como diz o técnico português.
Com toda a posse de bola do Del Valle, com a aparente superioridade da primeira etapa, o Flamengo resolve o jogo quando e como quer. A classificação espera apenas pela burocracia da segunda partida, no Maracanã.
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