Claudio Carsughi, além de um cavalheiro como poucos, sempre foi um desbravador, um pioneiro.
Dava números sobre os jogos que cobria na rádio Panamericana, e comentava futebol internacional, quando só ele assim fazia.
Metódico e sem jamais perder o delicioso sotaque, embora com português impecável, elegante no vestir como se fosse uma Ferrari, traduziu futebol e automobilismo para o jornalismo brasileiro em todos os veículos pelos quais passou.
Nos deixou hoje, suavemente, prestes a completar bem vividos 94 anos.
Sinônimo de rigor nas informações que dava deixou entre seus legados, quando trabalhou na revista Placar e foi para Quatro Rodas, um arquivo tão simbólico que ganhou apelido na redação: Carsughão!
"Procure no Carsughão que você vai achar", era o se ouvia quando alguém fazia uma pergunta difícil de responder.
Claudio Carsughi foi único na imprensa brasileira, presente que sua amada Itália nos deu.
Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.
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