Cruzeiro e Athletico Paranaense não decepcionaram quem esperava por grande jogo de duas equipes técnicas a não ser, do lado mineiro, pela falta de pontaria.
Nos seis primeiros minutos o Cruzeiro chutou três bolas que deveriam ter o endereço da rede em Betim, embora o jogo fosse no Mineirão, em Belo Horizonte.
No 10° minuto, o Furacão finalizou pela primeira vez e Otávio teve de fazer boa defesa.
Alternando bons momentos, o clássico chegou aos 29 minutos com cruzamento pela esquerda de Gerson e um golaço de Matheus Pereira de cabeça, mais que de peixinho, de golfinho, tamanha a beleza do movimento feito pelo atacante.
Os paranaenses sentiram, os mineiros aumentaram para 2 a 0, aos 44, com Matheus Henrique, mas Gerson estava impedido.
Foi então que o ótimo jogo viu o gol para coroar o espetáculo, de fora da área, pela esquerda, do garoto João Cruz, no ângulo, GOLAÇO!
A assopradora de apito com auxílio do VAR inventou um pênaltis de Luiz Gustavo em Matheus Pereira, aos 50, que Mycael defendeu brilhantemente na cobrança do craque que NÃ0 sofreu pênalti algum, mas que fez valer a máxima varzeana: "Pênalti roubado não entra".
O segundo tempo manteve a intensidade do primeiro na luta pela taça do terceiro lugar.
O Cruzeiro era mais dominante e o Athletico buscava os contra-ataques.
Então, aos 25, diante de 26 mil torcedores, Lucas Romero, um dos que tinha chutado em Betim, não errou de novo e pôs o Cruzeiro na frente outra vez: 2 a 1.
O Furacão se mandou e tomou contra-ataque que obrigou Mycael a fazer pênalti em Kaio Jorge que converteu: 3 a 1.
Por mais que o Furacão não se rendesse, o jogo acabou.
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