Max Verstappen vive uma temporada difícil em 2026, com uma seca de vitórias e problemas com o carro da Red Bull. Agora, o tetracampeão afirmou que não espera que a equipe austríaca tenha um bom desempenho no GP da Itália de Fórmula 1, especialmente pelas dificuldades do RB22 em circuitos que exigem muita energia do motor híbrido, como Monza.
Outro ponto que gerou polêmica nos últimos dias e que atrapalha o avanço dos 'taurinos' na F1 é a definição de que o motor Red Bull-Ford é a referência para a medição do ADUO. Com isso, a fabricante não pode fazer atualizações nas unidades de potência, o que é um baque para o time austríaco.
Mesmo assim, Verstappen afirmou que a gestão de energia é um ponto fraco da equipe e, por isso, não espera que a Red Bull consiga ter bons resultados na pista italiana.
"Hoje em dia é 50/50 entre motor e bateria. E nas pistas menos eficientes não temos sido particularmente bons com a energia. Então, não espero milagres aqui. Ainda vai ser difícil".
"Sabe, outras equipes ao nosso redor estão trazendo atualizações no momento. Então, elas estão dando passos à frente. Nós já estávamos atrás antes. Então, não espero que isso mude agora".
"Mas estamos apenas tentando aprender mais sobre o carro e sobre as coisas que queremos mudar para o ano que vem também".
Max Verstappen, Red Bull Racing
Foto de: Simon Galloway / LAT Images via Getty Images
Sobre a polêmica envolvendo a possível performance abaixo do esperado dos carros de 2026 em Monza pelos regulamentos técnicos atuais, Verstappen espera que será uma etapa "bem dolorosa".
"[Monza] é muito ineficiente em termos de energia. Mas também não quero ser muito negativo em relação a tudo isso. É o que é. Eu aceitei isso mentalmente. Além disso, estou preparado para um fim de semana um pouco diferente. Não dá para forçar isso. Só preciso ser cuidadoso com o acelerador"
"Isso acontece em muitas pistas onde estão sendo feitas mudanças para tentar melhorar. Mas melhor não significa resolvido. Então, está, está longe de estar resolvido".
"Mas todo mundo está tentando fazer o melhor que pode, a FIA, a F1 para tentar lidar com a situação. Não tenho certeza se vai mudar muito [as ultrapassagens". Mas vamos ver", concluiu.
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