O Palmeiras sofreu três gols pelo alto em dois cruzamentos nascidos no lado esquerdo de sua defesa, como aconteceu contra o Atlético e, por baixo, contra o Cerro Porteño. Outra vez, Carlos Miguel poderia ter se saído melhor, no lance do terceiro gol, anotado por Germán Cano em cabeceio em cima do goleiro palmeirense.
Mas com sucessão de equívocos da defesa, exposta em função da estratégia de contra-atacar e ter pouca posse de bola.
Funcionou a bola parada no ataque, com cruzamento de Piquerez e gol de Gustavo Gómez, 27% da produção ofensiva palmeirense em jogadas de faltas e escanteios.
Mas, aos 40 da primeira etapa, falha de Murilo, gol de Hulk.
O Fluminense foi superior na maior parte do jogo do Maracanã. O Palmeiras melhorou na segunda metade da segunda etapa, com contra-ataques certeiros e escapadas. A melhor delas, lançamento certo de Carlos Miguel, casquinha de Flaco López e gol de Maurício: 2 x 1 aos 36 da segunda etapa.
Como aconteceu contra o Cerro Porteño, bastava segurar a vitória. O Fluminense chegou ao empate, outra vez, em cruzamento de Guga, cabeceio de Cano na trave, rebote aproveitado por Serna, o mesmo carrasco da vitória tricolor no Allianz Parque, em 2024.
Guga foi o melhor em campo.
O jogo parecia decidido, quando Cano fez 3 x 2. A distância real de três pontos perdidos a mais pelo Flamengo, em comparação com o Palmeiras, pode virar empate na tabela por pontos perdidos se o rubro-negro vencer o Mirassol neste domingo.
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